O TSE cassou, por unanimidade, o registro de candidatura de deputada estadual, reeleita em Roraima, ao acolher recurso do Ministério Público Eleitoral.
A condenação decorreu da chamada Operação Gafanhoto — esquema de inclusão de servidores fantasmas na folha de pagamento do Estado de Roraima, com desvio de recursos públicos. Em julho de 2025, o TRF-1 condenou a deputada por sua participação direta no esquema, impondo suspensão dos direitos políticos por oito anos e ressarcimento de R$ 1,6 milhão aos cofres públicos.
O TSE considerou configurados, na decisão do TRF-1, tanto o dano ao erário quanto o enriquecimento ilícito.
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