A Justiça Federal manteve a guarda de uma tartaruga com uma mulher porque o animal vivia há décadas em ambiente doméstico — mais de 80 anos somando os cuidados da família anterior e os dela —, estava em excelente estado de saúde e forte laço afetivo com a tutora. O tribunal entendeu que o retorno ao habitat natural não seria recomendável, já que não havia sinais de maus-tratos nem prejuízo ao bem-estar do animal.
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