Auditoria do TCU sobre as “emendas Pix”, repassadas entre 2020 e 2024, revelou baixa transparência e falhas de controle que geram fraudes e prejuízos ao erário, impulsionadas por entraves como a não inserção dos relatórios de gestão no sistema Transferegov, movimentação dos recursos em contas bancárias genéricas (de passagem) em vez de contas específicas — o que misturou a verba federal ao caixa local e impediu o rastreamento. Diante do...