A Polícia Civil e o Ministério Público de São Paulo apuram que o PCC teria usado o mercado de rodeios para lavar dinheiro do tráfico de drogas e de roubos de carga, com destaque empresário que teria adquirido empresas em Campinas e comprado touro avaliado em R$ 1 milhão. O animal foi apreendido e a Justiça determinou o bloqueio de R$ 10 milhões de três supostos laranjas usados na abertura de empresas ligadas aos ramos de transportes e entretenimento.
