A Câmara Municipal de Uberlândia rejeitou o pedido de cassação de vereador que havia confessado ao Ministério Público de Minas Gerais, em 2025, a prática de peculato ao admitir, em um acordo de não persecução penal, ter solicitado que assessores pagassem despesas do gabinete com salários próprios durante seu primeiro mandato em 2021.
Dos 27 vereadores apenas 7 votaram pela continuidade do processo, número insuficiente para prosseguir, no pedido de cassação, feito por um estudante de direito, gerando, assim, debate sobre a proteção política ao parlamentar.
