Entre 2022 e 2024, parte significativa das viaturas do SAMU, junto a Prefeitura de Goiânia, permaneceu parada, porem registrando despesas de manutenção e recebendo recursos como se estivesse em funcionamento.
Nas investigações foram identificados indícios de serviços simulados, superfaturamento e execução de reparos em oficinas clandestinas. Há ainda suspeita de que estabelecimentos contratados emitiram notas fiscais falsas ou cobraram valores incompatíveis com os serviços prestados.
